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Pet sitter é opção para quem viaja

12 de Fevereiro de 2015

Publicado em Comportamento por Minha Área | Nenhum comentário

Presença cada vez maior de animais nos núcleos familiares requer criatividade na resolução de alguns problemas

Quem vê no animal de estimação um membro da família não costuma economizar nas despesas relacionadas a ele.  

 

E os números provam. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), a previsão de crescimento para o mercado nacional no último ano era de 8,2%, significando um faturamento de R$ 16,4 bilhões em 2014. Não é à toa, portanto, que cresce cada vez mais o número e as opções de serviços destinados a este público. Mas como nem tudo se resume à disponibilidade financeira, uma das maiores preocupações de quem tem animal de estimação convivendo dentro do lar é quando é preciso deixar o bicho sozinho boa parte do dia ou quando a família toda vai viajar. O que fazer nesta hora? Para resolver, entram em ação os serviços de “pet sitter”.

Como funciona o serviço

Muito comum na Europa, o serviço de pet sitter, ou literalmente “babá de animais de estimação”, passou a se tornar habitual no Brasil nos últimos anos. Daniela Xavier, conhecida como a “tia louca dos gatos” realiza a função desde 2008.

“Tenho quatro gatos e uma cadela e, desde que os adotei, deixei de viajar por não ter ninguém da família que cuidasse deles. Algumas amigas tinham a mesma dificuldade e então propusemos fazer uma troca entre nós para uma cuidar dos pets uma da outra. Esse serviço começou a correr de boca em boca e as pessoas começaram a nos procurar através de indicações.”

Para contratar um serviço de pet sitter é preciso seguir algumas regras. “Marcamos um checklist, que não é cobrado, visitamos a pessoa antes da viagem para conhecer o pet, o tutor e fazemos várias perguntas referentes à rotina do pet. Combinamos as visitas de acordo com a necessidade e também verificamos onde os objetos e alimentos ficarão, pois entre todos os cuidados estão incluídos a reposição de comida, troca de água, limpeza da caixinha sanitária e, claro, brincadeiras e carinhos se os pets permitirem.”

 Fotos das visitas

O serviço de pet sitter é recomendado para quem viaja a trabalho frequentemente ou faz viagens de férias longas ou em feriados. Alguns animais costumam precisar mais de companhia do que outros, como é o caso dos cães, coelhos, ou aqueles que estão mais velhos ou com problemas de saúde.

A jornalista Janaina Gimael costuma contratar os serviços de pet sitter sempre que faz uma viagem mais demorada ou não tem com quem deixar os animais. “Tenho um cachorro e uma gata e volta e meia faço alguma viagem que vai além de um final de semana. Já contratei o serviço de pet sitter e correu tudo muito bem. Inclusive recebia fotos dos dois a cada dia que a visita ocorria.”

 Para tudo correr bem

  • Normalmente, a pet sitter fica com a chave do apartamento e o proprietário precisa deixar uma autorização na portaria com o nome de quem vai subir, dias e horários
  • Em alguns casos a chave fica na portaria e a pet sitter pega quando vai entrar no apartamento e devolve na saída, mas nem todos os prédios gostam de ficar com a chave do morador por questões de segurança
  • É importante explicar as regras do condomínio como, por exemplo, a questão do uso do elevador ou presença do animal na área social – no caso de serem realizados passeios

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