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Nossas crianças em boas mãos

13 de Outubro de 2015

Publicado em Meu bolso por Minha Área | Nenhum comentário

Baby sitter ou babá? A opção depende do que precisa cada família, mas a presença de ambas tem de seguir regras do condomínio

Muito comum nos Estados Unidos e na Europa, o serviço de baby sitter tem se fortalecido no Brasil. Diferentemente da babá, que é contratada para cuidar da criança em tempo integral, a baby sitter é uma profissional freelancer, chamada quando os pais têm algum compromisso, para ficar por algumas horas com os pequenos. Baby-sitter

Em razão desta diferença, é normal que existam dúvidas com relação à contratação e questões referentes ao acesso no condomínio.

Primeiramente, como não se trata de uma profissional contratada em tempo integral, é fundamental pesquisar as opções por intermédio de agências especializadas em atendimento de baby sitter ou indicações com referência.

No caso das agências, o pedido costuma ser feito por telefone com pelo menos cinco horas de antecedência, e a profissional é escolhida internamente de acordo com o perfil pedido pela família.

“O período mínimo de contratação é de três horas – que costuma ser estendido até seis. Uma profissional atende até três crianças e o valor médio pelo período é de R$ 300,00”, pontua Marilena Fonseca, dona de uma agência de baby sitter em São Paulo.

Ela explica que, após a contratação, os dados da profissional, como nome, CPF e RG, são enviados aos pais ou responsáveis para informarem a portaria do condomínio sobre a chegada dela. É importantíssimo que a portaria cheque os dados e os documentos antes de permitir a entrada.

A baby sitter no condomínio

Outra questão comum é com relação ao acesso às áreas do prédio. Como a baby sitter está acompanhada de um morador (ainda que seja uma criança), ela tem acesso às áreas comuns. Teoricamente, ela pode, inclusive, entrar na piscina para acompanhar a criança se estiver com os trajes de banho adequados.

Porém, esta é uma questão mais complicada, pois implica realização de exame médico que normalmente é pedido nos condomínios.

É comum, por exemplo, que além de ser contratada para cuidar das crianças por período determinado, a baby sitter esteja no condomínio em outras ocasiões, como férias escolares e festas infantis. No caso de a profissional passar a se tornar presença frequente no local, os pais ou responsáveis não apenas autorizam a entrada, mas devem checar as regras internas para que ela possa acompanhar as crianças em todos os lugares, inclusive na piscina se for o caso.

“Nas férias é comum os condôminos se unirem para contratar alguém para cuidar das crianças”, afirma Lidiane Batista Santos, gerente concierge de um condomínio na capital paulista. “É importante avisar a administração com pelo menos um mês de antecedência para a programação ser feita e os moradores interessados se agendarem.”

Babá ou baby sitter?

Os pais que precisam de alguém para ficar por tempo integral com os filhos normalmente preferem contratar uma babá. Desse modo, a profissional conhece a criança muitas vezes desde o nascimento e está ao seu lado todos os dias. A baby sitter, porém, é uma alternativa para quem não pode dispender uma determinada quantia mensal ou não tem necessidade de ter alguém em tempo integral com as crianças.

“Para uma babá, os pais investem cerca de R$ 1.200,00 mensais se ela não dormir no local, e de R$ 3.000,00 a R$ 3.500,00 para quem dorme com as crianças”, explica a empresária Marilena Fonseca. A profissional ainda passa por um período de cinco dias de adaptação.

De acordo com a gerente concierge Lidiane Batista Santos, no caso de uma babá, os moradores devem realizar o cadastro na administração, na maioria das vezes pelo próprio site do condomínio (se houver um), com as informações da profissional e o período em que estará na unidade. Com isso, não é preciso a identificação diária na portaria.

Já a baby sitter, que é uma profissional esporádica, precisará de identificação todas as vezes em que entrar no prédio, o que é feito na na portaria.  Ela é contratada por um valor médio de R$ 300,00 por hora. Os períodos de trabalho costumam ser de três a seis horas. Para períodos mais longos são feitos pacotes.

Cuidados com o acesso

  • A baby sitter é contratada para um período que costuma ser de três  a seis horas.
  • Já uma babá cuida das crianças todos os dias.
  • Como estão acompanhadas de um morador – no caso, a criança –, ambas as profissionais têm acesso às áreas comuns do condomínio. No caso da piscina o acesso também é permitido, desde que sejam levadas em conta as regras internas, como, por exemplo, a realização de exame médico e o uso de trajes adequados.
  • A baby sitter precisa se identificar todas as vezes que entra no condomínio, seja para períodos curtos, festas infantis ou férias. Já a babá pode ter sua autorização diária permitida pelos moradores, sendo necessário que se enviem à portaria os dados pessoais e documentação da profissional.

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